Estatueta
c. século I a.C./d.C.

Segundo a mitologia grega, Higeia é filha do deus da medicina Asclépio ou Esculápio, e irmã da deusa Panaceia, cujo nome significa remédio para todos os males. Tem os símbolos de farmácia: uma taça e uma serpente enrolada. A cobra é denominada Serpente de Epidauro, um dos templos dedicado a Esculápio. Para as sociedades ocidentais e do oriente médio, a serpente simboliza a sabedoria, a imortalidade e a cura. A taça é uma variante do símbolo da serpente, significando a cura por meio daquilo que se ingere, ou seja, pelos medicamentos.
Representada em pé, com uma expressão serena e tranquilizadora. O joelho esquerdo dobrado e embrulhado firmemente dentro das suas roupagens: o braço direito dobrado, debaixo da dobra do seu traje e o seu braço esquerdo caído ao seu lado. São visíveis as curvas ondulantes da serpente que descansa ao longo do ombro direito e do seu peito. A cabeça voltada para a esquerda, o cabelo apanhado numa poupa e enrolado num coque atrás.
Segundo a mitologia grega, Higeia é filha do deus da medicina Asclépio ou Esculápio, e irmã da deusa Panaceia, cujo nome significa remédio para todos os males. Tem os símbolos de farmácia: uma taça e uma serpente enrolada. A cobra é denominada Serpente de Epidauro, um dos templos dedicado a Esculápio. Para as sociedades ocidentais e do oriente médio, a serpente simboliza a sabedoria, a imortalidade e a cura. A taça é uma variante do símbolo da serpente, significando a cura por meio daquilo que se ingere, ou seja, pelos medicamentos. Representada em pé, com uma expressão serena e tranquilizadora. O joelho esquerdo dobrado e embrulhado firmemente dentro das suas roupagens: o braço direito dobrado, debaixo da dobra do seu traje e o seu braço esquerdo caído ao seu lado. São visíveis as curvas ondulantes da serpente que descansa ao longo do ombro direito e do seu peito. A cabeça voltada para a esquerda, o cabelo apanhado numa poupa e enrolado num coque atrás.









